
domingo, junho 17, 2007
sábado, junho 16, 2007
quinta-feira, junho 14, 2007
Eu nasci em 1982... sou uma Dinossaura!
"Nasceste antes de 1986? Então lê isto...
Se não tens...lê na mesma.. Esta merece!!!!!
... Nascidos antes de 1986. De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos. Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de crianças", ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes. Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar á frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso. Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos. Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso. Não tínhamos PlayStation, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua. Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía! Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal. Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados. Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem. Criávamos jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei. Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo. És um deles? Parabéns!
Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, "para nosso bem". Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós. Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios. A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986. Chamam-se jovens. Nunca ouviram "we are the world" e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel. Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle. Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname. A SIDA sempre existiu. Os CD's sempre existiram. O Michael Jackson sempre foi branco. Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia um deus da dança. Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano passado. Não conseguem imaginar a vida sem computadores. Não acreditam que houve televisão a preto e branco.
Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar.
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.
SIM ESTÁS A FICAR VELHO heheheh , mas tivemos uma infância do caraças"
Casas de banho públicas em festivais de verão...
O senhor gajo que entra vestidinho, sem papel higiénico e sai sem a t-shirt... shit happens!
quarta-feira, junho 13, 2007
terça-feira, junho 12, 2007
Em resposta ao amigo N... :)
"Se os Rolling Stones viveram para contar que o rock pode morrer de velho, os Pearl Jam são, hoje, os principais candidatos a seguirem-lhes as pisadas.
Em comparação com os seus congéneres de Seattle (Nirvana, Alice in Chains, Soundgarden e afins), era relativamente fácil descartá-los, no início da explosão do grunge, como a banda comercialona destinada a encher estádios e a passar rapidamente de moda. O tempo, que é o mais justo dos juízes, encarregou-se de repor a verdade sobre os autores de Ten.
Kurt Cobain e Layne Staley sucumbiram ao peso da verdade que os consumia, Chris Cornell aburguesou-se e perdeu relevância. Ficaram os Mudhoney, que tiveram a sorte de nunca crescer em demasia, e os Pearl Jam, que, como se viu no Passeio Marítimo de Algés, se colaram à pele de quem os ouviu pela primeira vez há 15 anos atrás.
O concerto decorreu, como os de Setembro passado no Pavilhão Atlântico, em registo best of. Quase todos os álbuns (No Code e Binarraul e Riot Act ficaram de fora) encontraram lugar num alinhamento bem representativo da carreira da banda, com a proporção certa de electricidade e intimismo. 'Corduroy', suspeita do costume, abriu as hostilidades. Seguiram-se 'Do the Evolution', 'World Wide Suicide' e 'Animal'.
Ouviram-se as primeiras frases ensaiadas em português e o público fez o que se esperava: rendeu-se. 'Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town' mudou o registo e 'Big Wave' propiciou as cada vez mais habituais referências à ondas portuguesas, tão caras aos surfistas Pearl Jam. Depois, foi uma barrigada: 'Even Flow' , 'Daughter', 'Why Go', Betterman', 'Black', Rearviewmirror'...
Também não faltaram momentos para fãs hardcore, como 'State of Love and Trust' e Crazy Mary', ou, já em final de festa, a costumeira 'Rockin' in the Free World'. Foi mais uma belíssima lição de história, mesmo que ainda haja capítulos novos por escrever.
Afinal, o que antes passava por calculismo era bom-senso, o que parecia afectação era estilo, as canções que pareciam condenadas ao esquecimento ficaram.
Sim, os tiques vocais de Eddie Vedder podem ser irritantes. Sim, os intermináveis solos de guitarra de Mike McCready arriscam-se a dar cabo dos nervos mais sensíveis.
Mas enquanto houver canções que aguentem concertos destes, os reecontros com os Pearl Jam hão-de continuar a saber bem. Apetece devolver a Eddie Vedder um dos cumprimentos que lançou à multidão, em bom português, durante o concerto: «F***-se, vocês são os maiores!».
vladimiro.nunes@sol.pt"
Em comparação com os seus congéneres de Seattle (Nirvana, Alice in Chains, Soundgarden e afins), era relativamente fácil descartá-los, no início da explosão do grunge, como a banda comercialona destinada a encher estádios e a passar rapidamente de moda. O tempo, que é o mais justo dos juízes, encarregou-se de repor a verdade sobre os autores de Ten.
Kurt Cobain e Layne Staley sucumbiram ao peso da verdade que os consumia, Chris Cornell aburguesou-se e perdeu relevância. Ficaram os Mudhoney, que tiveram a sorte de nunca crescer em demasia, e os Pearl Jam, que, como se viu no Passeio Marítimo de Algés, se colaram à pele de quem os ouviu pela primeira vez há 15 anos atrás.
O concerto decorreu, como os de Setembro passado no Pavilhão Atlântico, em registo best of. Quase todos os álbuns (No Code e Binarraul e Riot Act ficaram de fora) encontraram lugar num alinhamento bem representativo da carreira da banda, com a proporção certa de electricidade e intimismo. 'Corduroy', suspeita do costume, abriu as hostilidades. Seguiram-se 'Do the Evolution', 'World Wide Suicide' e 'Animal'.
Ouviram-se as primeiras frases ensaiadas em português e o público fez o que se esperava: rendeu-se. 'Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town' mudou o registo e 'Big Wave' propiciou as cada vez mais habituais referências à ondas portuguesas, tão caras aos surfistas Pearl Jam. Depois, foi uma barrigada: 'Even Flow' , 'Daughter', 'Why Go', Betterman', 'Black', Rearviewmirror'...
Também não faltaram momentos para fãs hardcore, como 'State of Love and Trust' e Crazy Mary', ou, já em final de festa, a costumeira 'Rockin' in the Free World'. Foi mais uma belíssima lição de história, mesmo que ainda haja capítulos novos por escrever.
Afinal, o que antes passava por calculismo era bom-senso, o que parecia afectação era estilo, as canções que pareciam condenadas ao esquecimento ficaram.
Sim, os tiques vocais de Eddie Vedder podem ser irritantes. Sim, os intermináveis solos de guitarra de Mike McCready arriscam-se a dar cabo dos nervos mais sensíveis.
Mas enquanto houver canções que aguentem concertos destes, os reecontros com os Pearl Jam hão-de continuar a saber bem. Apetece devolver a Eddie Vedder um dos cumprimentos que lançou à multidão, em bom português, durante o concerto: «F***-se, vocês são os maiores!».
vladimiro.nunes@sol.pt"
e não fui eu quem o escreveu.. mas a crítica em geral :P
sexta-feira, junho 08, 2007
sexta-feira, maio 25, 2007
Por falar em Pearl Jam (*)
BLIND ZERO - TREE (13 LIVE TOUR - VIDEOCLIP)
dos meus tempos de teen... "boa noite, nós somos os Pearl jam" eheh
Para ser grande...
"PARA SER GRANDE, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive"
Fernando Pessoa
quinta-feira, abril 19, 2007
Morre lentamente...
"Quem morre... morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar. Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece. Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru. Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os 'is' em detrimento de um redemoinho de emoções justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos. Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante. Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe. Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço maior que o simples facto de respirar. Somente a preserverança fará com que conquistemos um estágio esplendido de felicidade." Pablo Neruda
segunda-feira, abril 09, 2007
E para o mundo e tudo o resto...
... e porque tenho motivos para tal, porque sou como sou fisica e mentalmente (e não há forma de mudar), por tudo o que passei e passo, por todas as escolhas que fiz que me levaram ao que estou e sou hoje - um atraso de vida e um erro crasso-(e não consigo mudar) e porque me sinto culpada de existir ( e não tenho forma de o modificar), eis a minha atitude:
ps: isto não se aplica aos Pearl Jam!!!!!
Imperdoável... eu sei!
Apresento antes demais as minhas mais sinceras desculpas a um amigo, de quem eu sou muito fã e que, dentro da minha banda favorita considero o melhor com o raio da guitarra naqueles dedinhos preciosos... Mike, amigo, DESCULPA... mas, mais vale do que nunca, por isso aqui vai:
PARABÉNS AMIGO (5 Abril 1966)
.. ÉS GRANDE, ÉS MAIOR QUE GRANDE ÉS GIGANTE, ÉS ENORME!

sábado, março 31, 2007
quarta-feira, março 28, 2007
Prisão..
terça-feira, março 27, 2007
Pensamentos maiores do que o meu tamanho...
Um dia vou olhar para trás e vou pensar.. que ridícula, um dia vou olhar para trás e vou pensar que desperdício, um dia vou olhar para trás e continuar a lamentar não ter dito olá, não ter sorrido mais, não ter olhado mais, não ter insistido, vou arrepender-me de ter fugido, de não ter dançado tanto quanto eu queria, não ter corrido tanto quanto devia, bebido tanto a ponto de me ter esquecido, arriscado...
Até lá. levantar-me pela manhã tem de ser a única vitória que levo, aguentar-me a mim mesma terá de ser mais um esforço.... um dia, quem sabe...
Mas quando os outros pensam, é com este, é agora, vai ser assim, vai ser assado.. eu sempre pensei.. nunca vai haver ninguém, nunca vai acontecer, e a culpa é minha, toda e só minha... e o que é certo é quenão aconteceu até agora, nunca vai acontecer.. e se estiver prstes eu vou estragar tudo...
Épossível perdoar-nos a nós mesmos por termos arruinado a nossa própria vida?!
Fêmeas juntas dá nisto...

Conversa de três fêmeas: uma encalhada, uma solteira e outra que sabe que o ex fiancé vai casar:
- Há que apanhar uma bubadeira, para esquecer o queijo...
- Um dia aparece um queijo, um queijinho amarelinho, redondinho, cheinho...
- Sim, cheinho, cheinho de brucelose...
- Mais vale apanhar uma piela.. o pior é a ressaca..
- Eh pah, andam elas por elas..
- Hum?!
- Os gajos são como a "buída", sabem sempre mt bem no início, conseguimos chegar ao ponto de óptima sensação e diversão plena.. mas também acabam e o pior é sempre a ressaca!!
(os meus agradecimentos às companheiras de divagação e "bubadeira" gratuita: Sara e Beatriz)
Dúvidas existenciais...
quinta-feira, março 22, 2007
Off He Goes
"Know a man...his face seems pulled and tense...Like he's riding on a motorbike... in the strongest winds
So I approach with tact... suggest that he should relax...
But he's always moving much too fast...
Said he'll see me on the flipside... of this trip he's taken for a ride
He's been takin'... too much on... off he goes
With his perfectly... unkept clothes... there he goes...
He's yet to come back...but I've seen his picture
Doesn't look the same up on the rack...we go way back...
I wonder bout his insides...
Its like his thoughts are too big for his size
He's been taken... where? I don't know... off he goes
With his perfectly... unkept hope... there he goes...
And now I rub my eyes... for he has returned
Seems my preconceptions are what should have been burned...
For he still smiles... and he's still strong
Nothing's changed, but the surrounding bullshit... that has grown
And now he's home... and we're laughing...
like we always did... my same old... same old friend
Until a quarter-to-ten... I saw the strain creep in...
He seems distracted and I know just what is gonna happen next
Before his first step... he is off again"
Pearl Jam (E.V.)
quinta-feira, março 15, 2007
Not For You / Corduroy (9/1/05 Gorge)
... mas os Pearl Jam são estes 5 senhores, o seu trabalho, a sua história, a voz, o som, são tudo o que os envolve e até nós, os fãs!!
terça-feira, março 13, 2007
sábado, março 10, 2007
quinta-feira, março 08, 2007
Dia das Fêmeas (II)
Ainda relativamente à mulher do Eddie Vedder... é uma grande mulher porque o caçou!
Moloko - Music Video : Forever More
No dias das fêmeas... um grande mulher!! (também podia colocar um foto da mulher do Edie Vedder... mas já me sinto pouco feminina o suficiente e deprimo-me com facilidade!)
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
Anatomia de Todos!
Pois, eu costumo ver esta série sempre que posso. Dizem mal dos Enfermeiros, andam enroscados uns com os outros, são todos giros e giras, têm algumas coisas sobre medicina, piadas q.b., banda sonora agradável e um tema sobre emoções e relacionamentos, enfim, comportamento e evolução e a forma de melhor lidar com isso ou então não. Uma das frases que ficou retida no meu minúsculo cérebro foi sobre a Dor, não sobre a dor patológica ou neurogénica.. sobre a forma como magoamos os nossos sentimentos, nós mesmos e os outros. Resumia-se a:"Tem de se passar por ela (pela dor). Não podemos ultrapassá-la ou contorná-la. É o fabrico da vida."
Carnaval
domingo, fevereiro 18, 2007
sábado, fevereiro 17, 2007
Cada vez mais longe...
Aquelas emoções que nos fazem sentir que o sangue nos corre pelas veias...
... não as conheço, mas já ouvi falar delas, já vi pessoas que juram senti-las, já percebi que só assim uma pessoa se sente viva, motivada... Não sei o nome delas, não sei descrevê-las... na realidade não sei se ando à procura delas, ou se pelo contrário, fujo delas. Na realidade não sei muito bem o que ando a fazer, mas sei que o tempo passa demasiadamente rápido para andar a divagar e para não as sentir...Hoje dei por mim a pensar em todas as escolhas que tenho feito na minha vida, e ao que elas me trouxeram... não sei definir como se sinto, mas a vontade de chorar é imensa. Devo mesmo procurar por algo cujo fim me é cohecido, ou que esse mesmo fim é um "não-começo" que despoleta ainda mais sofrimento, "ses" e arrependimento de nadas? Mesmo que não procure, vou ao seu encontro...
Já não sei o que fazer, mas neste momento preciso de fazer mais uma escolha, de tomar uma direcção. O resultado... diferente de tudo o que ansiei, mas qualquer coisas é melhor do que aquilo pelo qual estou a passar...
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
The Cure - To Wish Impossible Things live
"it was the sweetness of your skin, it was the hope of all we might have been that filled me with the hope to ish impossible things (...) all i wish is gone away"
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town...
"I seem to recognize your face Haunting, familiar, yet I can't seem to place it
Cannot find the candle of thought to light your name
Lifetimes are catching up with me
All these changes taking place, I wish I'd seen the place
But no one's ever taken me
Hearts and thoughts they fade, fade away...
Hearts and thoughts they fade, fade away...
I swear I recognize your breath
Memories like fingerprints are slowly raising
Me, you wouldn't recall, for I'm not my former
It's hard when, you're stuck upon the shelf
I changed by not changing at all, small town predicts my fate
Perhaps that's what no one wants to see
I just want to scream...hello...
My god its been so long, never dreamed you'd return
But now here you are, and here I am
Hearts and thoughts they fade...away...
Hearts and thoughts they fade, fade away...
Hearts and thoughts they fade, fade away..."
Pearl Jam
terça-feira, fevereiro 13, 2007
Fixação...
Dou por mim a chorar ou a rir, mas muitas vezes, senão constantemente, bem longe do lugar onde estou. Devo estar a ficar maluca, ou então à procura de um refúgio daquilo que não gosto mas que sou obrigada a viver. Outras vezes penso nas coisas que não fiz e por não tê-las feito, no arrependimento que daí advém. Penso no arrependimento e nos ses que aumentam sempre em número e forma e, consequentemente, nos novos ses. Penso nas coisas que correram mal e se existe ou não culpa da minha parte. Devo entregá-las ao aleatório da existência ou acontecem comigo porque sou irresponsável, porque me deixo levar ou porque são lições a aprender e têm, por isso mesmo, de acontecer comigo? Na realidade, sonhamos sempre em ser heróis ou heroínas, em saber agir de modo vitorioso e sentir-mo-nos bem com isso. De certo modo esperamos sempre que algo, alguma coisa corra bem, que sejamos especiais em algo. Quando nada na nossa vida corre bem.. e atenção, quando digo nada, refiro-me a todos os campos ou perpectivas que a vida pode abranger, interrogo-me do porquê? Ou se por minha culpa, porque não tento, porque não combato, ou se por outro lado, porque sou eu mesma que o conduzo por esse caminho. Durante muitos anos pensei que bastava o canudo, o trabalho. Actualmente sei o quanto estava errada. Mas o tempo não pára e não há volta a dar. Quando nos sentimos incompetentes no trabalho, voltamos para uma casa em não nos sentimos desejados, onde não há paz, vê-mos o mesmo caminho que fazemos tão continuamente que já nem reparamos, limitamo-nos a percorrê-lo, na esperança de que passe mais rapidamente, vê-mos os nossos amigos (as pessoas com quem queremos estar, com que escrevemos histórias) a distanciarem-se na busca de novos objectivos para a sua vida, e nós simplesmente desistimos dos nossos sonhos, vê-mos a pessoa que nos cativou longe e a prosseguir com a sua vida. Encontramo-nos a sós e então sem nada mais porque sonhar, sem nada mais porque lutar fujimos, para outro lado, qualquer lado... qualquer outro sítio, é bem melhor do que estar onde estamos. E interroga-mo-nos mais uma vez sobre os benefícios de continuar connosco próprios quando nada dá certo..
Estou cansada... muito cansada de me sentir culpada, mas é a única desculpa que tenho para tudo, é que a culpa é mesmo minha.
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
sábado, fevereiro 10, 2007
Play..
PLAY DEAD"darling stop confusing me
with your wishful thinking
hopeful enbraces
don't you understand?
i have to go through this
i belong to here where
no-one cares and no-one loves
no light no air to live in
a place called hate
the city of fear
i play dead
it stops the hurting
i play dead
and hurting stops
it's sometimes just like sleeping
curling up inside my private tortures
i nestle into pain
hug suffering
caress every ache
i play dead
it stops the hurting"
(Björk Play Dead)
Auto estima
Uns têm, outros não! Eu não tenho! Pronto era só isto... não me venham com as histórias de "falta de"... só existe falta de algo quando se teve esse algo e deixou-se de ter por qualquer motivo, ora, como eu não me lembro nunca de ter tido auto estima, eu não tenho "falta de auto-estima," na realidade eu não tenho auto-estima... e a seguir vou-me deitar com a minha insónia de estimação no quentinho dos lençóis!!! Amanhã é um outro dia...
(Biute, Rita Faro, Joana e pessoal que me conhece melhor... obrigado mas não percam o vosso tempo, quem nasce torto...)
Pensamentos da alvorada
Na realidade estava eu no meu leito a tentar adormecer.. uma luta perdida há muito tempo, quando comecei a divagar sobre algo que agora não me lembro, portanto fica para quando me lembrar.. de qualquer modo, estava relacionada com os meus complexos de sempre...
Insónia... (II)
"Cai a noite devagarinho
João Pestana vem a caminho..."
A noite já caiu há bué (bué vem no dicionário!), e o João Pestana deve ter ido às "meninas brasileiras" e ficado com os copos... que nunca mais chega... fogo!
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
So...

"so i just lie alone and wait for the dream, where i am not ugly and you are looking at me..."
(eles estão mesmo mesmo de volta!)
Agora não me importo de ficar na escuridão do meu quarto, ou de fechar os olhos face à claridade do dia, agora tenho com que sonhar.... tenho-os a eles de volta! Agora quando estou só, tenho com que afastar os pensamentos que me deixam tão triste.. agora posso voltar a mentir a sonhar, pois por muito feia que eu seja, há algo em mim que gosto: o facto de gostar tanto de Pearl Jam! E mesmo que ninguém ou nada olhe para mim ou por mim, a sua música vai ser sempre a minha companhia!
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
Mesmo de costas...
Sem ver mais nada, sem querer ver mais nada... eu senti a inferioridade que sou! Por vezes basta olhar para alguém e perceber porque estou como estou... não me venham com história de inteligente e porreira, simpática e divertida. Sou aquilo que se vê, para quem não me conhece e não quer conhecer! Sou aquilo que me repugna no meu reflexo! Porque é que as mulheres são tão inseguras? Eh pah, não sei, a sério que não sei.. cada maluca com a sua tara. Porque é que eu sou tão insegura? Talvez porque 24 anos de vida, quase 25, foram suficientes para perceber que o mundo é fútil, materialista e opta pelo que é belo. Eu não sou bela, eu sou carta fora do baralho. A realidade é esta! A realidade é que me sinto tão feia, tão repugnante que ando apenas pela sombra na esperança de passar despercebida e de me esquecer que existo. A verdade é que o nosso aspecto condiciona a nossa maneira de ser. A verdade é que o meu aspecto impede-me de cantar, mesmo mal, impede-me de falar com quem quer que seja, do que quer que seja, a verdade é que a minha aparência é um empecilho para o meu dia a dia. A verdade é que me sinto culpada pela minha capa! A verdade é que prefiro esconder-me para não ser vista, para eu não me ver.
Na actualidade e face ao que vejo, ao que se sabe, às desgraças que nos batem à porta, janela, que entram pela rádio e pelo televisor, a verdade é que bastou-me ver alguém de costas e sentir-me inferior... a verdade é que esse sentimento é-me companheiro em todas as horas e nas horas de solidão. Porque a solidão traz consigo os medos, os complexos, as vergonhas e o terror empírico da sua existência em mim.
Tenho os meus princípios, sei distinguir o que está correcto ou errado, tenho objectivos profissionais, tenhos os meus gostos, sei que não sou fútil, compreendo as dificuldades e as alterações político-económicas e as suas repercussões, prefiro um bom jornal, uma música agradável a uma tarde a ver montras ou a assistir a desfiles, ou até mesmo a falar de futilidades da moda e da vida dos outros que a mim nada me interessam... Assim sendo, porque motivo isto é tão importante para mim? Porque é que tenho de me sentir tão mal comigo mesma? Porque é que não me sai da cabeça? Estou cansada e a vida não passa assim tão depressa quando se é infeliz...
À mesma hora...
À mesma hora de sempre na mesa de café, quase sempre a mesma mesa de café, as caras, muitas delas familiares pela sua constante presença nesse mesmo estabelecimento, mesmo que completos desconhecidos, e durante muito tempo, quase sempre ao domingo... Foram domingos atrás de domingos nesse local, a criar expectativas, a ver o tempo passar, o sol a mudar de poiso, os pedidos, esses até já o senhor que atende os sabe de cor! Passaram os meses de Verão e à mesma hora, no mesmo local, eu lá estive... e agora?Agora, à mesma hora penso nesse local, nas pessoas que lá estavam, na pessoa que lá aparecia... e recordo que tudo muda, o tempo, os gostos, as decisões, menos eu mesma, que continuo a pensar em tudo isso, agarrando-me com todo o esforço ao que considero boas recordações. todas as pessoas modificaram algo na sua vida, entrou alguém na vida dele, que também lá aparecia, e eu vou deixando o tempo passar, e venho aqui escrever repetidamente os mesmo pensamentos que giram sempre à sua volta... a facilidade com que se segue a sua vida e nela aparecem sempre novas pessoas, e na minha nada disso acontece! Culpa minha, porque à mesma hora... eu penso em tudo isto, nesse local ao qual fujo e não voltei mais...
À mesma hora de sempre eu perco mais um pouco de vida a pensar no passado irrecuperável...
domingo, fevereiro 04, 2007
E quando o telefone toca...
... quando menos equeremos ouvi-lo, existe sempre uma alma que se expressa:
"oh pah, por favor, vão à merdinha!"
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Dá que pensar...(I)
"... o que não estiver em nós, não está para nós em lugar algum..."
(gentilmente roubado da amiga Estrela!)
Subscrever:
Mensagens (Atom)





































